sábado, 2 de junho de 2012

Viva a matança!



Enojou-me de tal forma que tive que ir a correr para a casa-de-banho porque, caso contrário, arriscava-me a vomitar as tripas para cima do computador. 

Queixamo-nos de uma natalidade reduzida, população envelhecida, proximidade do colapso da Segurança Social e depois permite-se abortar. De borla. Ou antes, pago com dinheiro do Estado.

Ah, já me esquecia: temos a imigração que é a salvação disto tudo...

Acontece que a imigração não resolve nenhum destes problemas. Vem, antes, agravá-los. E não preciso ser um doutor muito inteligente e estudado para o perceber. Basta andar na rua e ver e ouvir umas conversas. Subsídios a torto e a direito, mão-de-obra quase escrava, criminalidade, etc. Mas as medidas dos nossos (des)governantes são estas - acabar com o que é autóctone e escancarar as portas ao que vem de fora. É "bonito", "moderno" e Bruxelas gosta de ver.

Bom, acontece que a Imprensa não tem mesmo pena de mim. Então, para o vomitanço ser total, hoje, o CM defeca o seguinte:


No resto da notícia podem ler-se pérolas como:
- "Ela esquece-se de tomar a pílula";"
- 13 anos quando engravidou pela primeira vez;
- "Até aos 29 anos de idade abortou cinco vezes, porque o "namorado quis".
- etc.


Porque não se mata os políticos e uma corja de traidores que por aí passeia em vez de seres inocentes?

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