Há dias, no site do
jornal i, li o seguinte: http://www.ionline.pt/portugal/aborto-estado-gastou-45-milhoes-euros-lei-entrou-vigor.
Enojou-me de tal
forma que tive que ir a correr para a casa-de-banho porque, caso contrário,
arriscava-me a vomitar as tripas para cima do computador.
Queixamo-nos de uma
natalidade reduzida, população envelhecida, proximidade do colapso da Segurança
Social e depois permite-se abortar. De borla. Ou antes, pago com dinheiro do
Estado.
Ah, já me esquecia:
temos a imigração que é a salvação disto tudo...
Acontece que a
imigração não resolve nenhum destes problemas. Vem, antes, agravá-los. E não
preciso ser um doutor muito inteligente e estudado para o perceber. Basta andar
na rua e ver e ouvir umas conversas. Subsídios a torto e a direito,
mão-de-obra quase escrava, criminalidade, etc. Mas as medidas dos nossos
(des)governantes são estas - acabar com o que é autóctone e
escancarar as portas ao que vem de fora. É "bonito",
"moderno" e Bruxelas gosta de ver.
Bom, acontece que a
Imprensa não tem mesmo pena de mim. Então, para o vomitanço ser total, hoje, o
CM defeca o seguinte:
No resto da
notícia podem ler-se pérolas como:
- "Ela esquece-se de
tomar a pílula";"
- 13
anos quando engravidou pela primeira vez;
- "Até aos 29 anos de idade abortou cinco
vezes, porque o "namorado quis".
- etc.
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